Nos corredores da mente
Tudo fende. Quanto passa?
Reflete o reflexo na lente
Do olhar que a vitrine transpassa
Impõe-se a vontade ao vivente
Saliente, o desejo rechaça
O vácuo que existe na gente
E de si o sujeito acha graça:
"Indecente... indecente"
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