insônias recolhidas numa
coleção miniatura de neóns
piscam, obrigatoriamente,
pela janela nua
verdes
fluxo farto a jorrar do gesto de ampliar os vícios intimamente,
a dor mais-que-desejada cobre tudo de um estar mudo lancinante
odores acéticos biologicamente destilados enovelam-se à bruma estéril
de ares estacionados à volta da pele há muito imberbe
vontade de não ser, de não estar ali, preenchida toda pelo engano:
morrendo não se morre;
morre-se matando.
Em noites de chuva, os neons se apagam. Do interior do claustro, morre-se matando-se.
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temor
tem
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